Publicações veiculadas nas redes sociais durante o último sábado (25) levantaram acusações de que a Gol teria suspendido de maneira generalizada decolagens partindo de Porto Alegre com destino à região Nordeste, supostamente afetando centenas de eleitores. A empresa aérea refutou as acusações e esclareceu que apenas uma operação rumo a Salvador precisou ser interrompida no Aeroporto Salgado Filho.
Por meio de pronunciamento oficial, a corporação detalhou que “a aeronave do voo G3 1979, entre Porto Alegre e Salvador, deste sábado (24), apresentou problemas técnicos e, por consequência, o voo foi cancelado”.
Medidas de assistência aos viajantes
O comunicado da companhia detalhou ainda que os clientes atingidos pelo contratempo receberam assistência e foram realocados em outras operações da malha aérea, “com possibilidades de partida hoje [sábado] e amanhã [este domingo]”.
Além da realocação, a empresa determinou a criação de uma rota suplementar para suprir a demanda da viagem cancelada, com decolagem programada para a 1h deste domingo, ligando a capital gaúcha à capital baiana.
“A Gol reforça que todas as ações tomadas para esse voo tiveram como foco a segurança, nosso valor número 1”, justificou a companhia.
Posicionamento do setor regulador
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) acompanhou o episódio e corroborou a informação sobre a interrupção da viagem do voo G3 1979. O órgão regulador explicou que intensificou o monitoramento de eventuais falhas, atrasos e cancelamentos por conta do segundo turno das eleições, mas ressaltou que “não há anormalidades no fluxo aéreo brasileiro”.
Com informações de Agência Brasil




